Nossa história
Como chegamos aqui
A Cqqbuci começou a tomar forma em 2022, quando três profissionais com histórico em tecnologia corporativa, gestão de pessoas e estratégia perceberam que estavam respondendo às mesmas perguntas repetidamente — mas em conversas separadas, com empresas diferentes.
As perguntas não eram sobre código. Eram sobre o que fazer com as ferramentas que estavam surgindo: quais contratar, quais evitar, o que dizer ao conselho, como tratar os dados dos funcionários, como não criar problemas trabalhistas ou regulatórios no processo.
Formalizar esse trabalho como Cqqbuci foi uma decisão prática. O nome vem do bairro de São Paulo onde dois dos sócios se conheceram — mas também tem a ver com o que a empresa faz: colher algo no momento certo, sem pressa e sem improviso.
Nossa missão
Ajudar organizações brasileiras a entender o que as ferramentas de IA fazem de fato — e a tomar decisões sobre elas com base em evidências, não em entusiasmo ou medo.
Nossos valores
- Honestidade sobre limitações. Quando uma ferramenta não serve ao propósito, dizemos isso. Não moldamos a análise para justificar a recomendação.
- Ritmo que o trabalho permite. Processos de negócio são lentos por boas razões. A integração de componentes assistidos também precisa ser.
- Registro de cada decisão. Nenhuma ação com impacto em pessoas acontece sem documentação. Isso não é burocracia — é responsabilidade.
- Independência de fornecedores. Não recebemos comissões nem parcerias comerciais. Nossa receita vem do trabalho, não das ferramentas que indicamos.
Quem faz
A equipe
Trabalhamos com um núcleo pequeno e colaboradores especializados chamados conforme o escopo de cada projeto.
Mariana Figueiredo
Sócia — Estratégia e Clientes
Quinze anos trabalhando com transformações organizacionais em empresas de médio e grande porte. Conduz as séries executivas e os contatos iniciais com novos clientes.
Rafael Corrêa
Sócio — Arquitetura e Sistemas
Engenheiro de software com passagens por infraestrutura financeira e saúde digital. Lidera os engajamentos de arquitetura corporativa e define os padrões técnicos dos projetos.
Tatiana Silveira
Especialista — Pessoas e Conformidade
Coordena os projetos de suporte a RH e as questões relacionadas à LGPD. Experiência anterior em departamentos jurídicos e de gestão de pessoas.
Como trabalhamos
Padrões que sustentam o serviço
Tratamento de dados conforme a LGPD
Todos os fluxos de dados pessoais nos projetos são mapeados e documentados. Transferências internacionais são avaliadas caso a caso, com registro de justificativa.
Documentação de decisões assistidas
Qualquer ação influenciada por componente de IA tem registro escrito do critério utilizado, da entrada processada e do resultado gerado. Padrão não negociável em todos os projetos.
Revisão humana em pontos críticos
Nenhum sistema que implementamos elimina a aprovação de uma pessoa nos momentos que afetam outras pessoas — admissões, desligamentos, promoções, acesso a dados sensíveis.
Ciclos de revisão com o cliente
Projetos acima de quatro semanas incluem sessões intermediárias de verificação. O escopo pode ser ajustado dentro do contrato quando o contexto do cliente muda.
Transparência sobre incertezas
Quando não sabemos a resposta ou quando a resposta depende de fatores fora do nosso controle, dizemos isso de forma direta — sem cobrir com linguagem vaga.
Acesso pós-entrega
A maioria dos serviços inclui um período de respostas a dúvidas após a conclusão formal do projeto. O prazo varia por contrato e está sempre descrito no escopo.
Contexto e experiência
O que nos qualifica para esse trabalho
A integração de ferramentas de IA em processos de negócio é um trabalho que exige três tipos de conhecimento ao mesmo tempo: entender o que as ferramentas fazem de fato, conhecer o funcionamento interno dos processos que se quer modificar, e saber como as pessoas dentro das organizações tomam e resistem a mudanças.
A maior parte das falhas que encontramos em projetos anteriores não veio de escolhas técnicas erradas — veio de não entender bem o segundo e o terceiro pontos. Uma ferramenta bem selecionada inserida de forma abrupta em um processo de RH cria resistência, erros de uso e, em alguns casos, problemas trabalhistas.
Nosso trabalho começa sempre pelo processo, não pela ferramenta. Só depois de entender o que o cliente precisa fazer — e por que o processo atual existe da forma que existe — é que discutimos quais componentes assistidos poderiam ajudar e de que forma.
Próxima etapa
Quer conversar sobre o contexto da sua empresa?
Uma troca inicial ajuda a entender se o trabalho que fazemos tem encaixe com o que sua organização precisa agora.
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